Era o terceiro ou quarto encontro, só que desta vez, seria o mais longo.
Ele ficara feliz por levá-la, apesar do medo que ainda persistia naquela menina. A intenção do casal era que tudo pudesse dar certo naquele final de semana.
No caminho, os gostos misturavam-se aos risos espontâneos, aos trechos cantados, aos olhares afetuosos.
Chegaram já tarde à casa de seus amigos, e, quando todos resolveram descansar da longa viagem, os dois ficaram sentados no gramado em frente à piscina.
A Lua era radiosa e as estrelas pareciam querer multiplicar-se naquela noite. O reflexo da luz nos cabelos da moça iluminava o sorriso daquele que tanto a queria.
A conversa era calma, como se pudesse relaxá-los do caminho percorrido durante todo o dia. Resolveram deitar-se. E, quase sem querer, deixaram que suas mãos se tocassem.
Era preciso dormir, mas não poderia ser sobre a grama. A energia para os dias posteriores era necessária.
Ele queria ajudá-la a ficar em pé, mas conseguiu não só isso: um abraço aconteceu. Demorado, forte, necessário.
Beijou-a no rosto e caminhou até o quarto reservado a ele.





Que mistério. Tem mais capítulos?