O que fazer quando a insônia bate (you’re welcome!), ter a necessidade de acordar cedo e ainda participar de festinha, parecida com a de hoje? Fora que mamãe e cia. querem levantar a qualquer momento com a feliz intenção de estraçalhar o meu notebook?
Não tenho a menor idéia do que fazer quanto a isso. Mas devo ficar aqui, até que venha o juízo final, também conhecido como sono profundo vindo de um Frontal emprestado ou a mãe com um taco de baseball em minha direção.
Por enquanto, pretendo ficar ouvindo uma música da trilha sonora de Juno: Loose Lips, deliciosamente cantada por uma menina bonitinha, que não parece ser tão hype e atende pelo nome de Kimya Dawson. Ela foi apresentada por um amigo e professor. A letra também está lá, e me fez pensar um pouco em assunto polêmico: como é bom ser adolescente.
Com essa frase no replay dos meus pensamentos, refleti bem rápido sobre como o tempo voa e quantas coisas eu deixei de fazer: a maioria por sonho. E não digo só o profissional.
Pessoas que não entendem o que se passa com vida alheia e insistem em dar suas opiniões, dizem que isso é uma fase que eu deveria ter vivido no momento certo, mas que retardou, deixando uma lacuna na minha existência até então.
O que eu acho que essas pessoas deveriam saber é que a lacuna existe de fato, mas que não é traumática: estou viva e ainda pretendo fazer o que tenho vontade.
É como diz a música: dancing, hugging, singing, screaming, kissing, tugging. Ainda há tempo para tudo. Por mais reduzido que seja, ele existe. E eu sei que posso transformar um momento em eterno, só é preciso me acostumar com a idéia de que ele pode passar sem que se perceba e que ninguém pode controlar isso, a não ser eu mesma.





A infância é a parte da vida que as crianças desperdiçam querendo ser adultas. Inverta e brinque com o período e os sujeitos, e tudo dá na mesma. Loose gooses take trips!